Monday, August 13, 2012

Lucky Day Part II

De manhã cedo, as minhas rotinas estão mais do que automatizadas. 
Ligar a televisão, tomar o pequeno-almoço, tomar banho, vestir, mudar a tralha para outra mala, calçar os sapatos, colocar os óculos de sol e os phones, desligar a tv  e sair de casa.
Só assim consigo funcionar minimamente e enfrentar mais um dia de trabalho.
Ao abrir a porta de casa, coloco sempre a chave do lado de fora na fechadura. Atenção, eu disse SEMPRE. Excepto hoje. 
Numa mão levava a mala, na outra a caixa dos óculos de sol. Abri e fechei a porta, assim, sem mais.
Numa questão de segundos, apercebi-me da gravidade da situação e só me apetecia gritar.
Devo ter dito pelo menos umas cem vezes a palavra fuck numa vozinha quase imperceptível.
A descarga de adrenalina foi tal que deve ter durado umas duas horas, pelo menos.

Um handyman faz uma falta tremenda nestas alturas, mas felizmente existem os primos com fixação por caixas de ferramentas.
Na realidade, é fácil abrir portas com radiografias velhas. E foi assim que o meu dia foi salvo pelo meu priminho Duarte a quem só me apetecia dar imensos beijinhos de agradecimento.

E agora vou distribuir chaves cá de casa a fim de evitar situações de desespero como esta, mesmo que a as probabilidades sejas infímas. 

Outro susto destes não, obrigada!

Sunday, August 12, 2012

Perdedores

Não existe sensação de maior impotência do que aquela que se sente quando perdemos algum familiar.

Acontece independentemente do grau de proximidade, mas torna-se quase impossível de lidar quando se trata dos nossos pais.

Primeiro é a incredibilidade, seguida da tristeza disfarçada pela dor: depois chega a raiva e a vontade de nos isolarmos. As lágrimas esgotam-se e racionalizamos a nossa insignificância, perante uma batalha já de si vencida, ou não fosse o adversário a morte.

Cresci mais de metade da minha vida (passaram 24 anos) com esta experiência guardada num cantinho da minha memória, uma ferida sarada, uma marca profunda. Com o olhar de outros questionados por uma curiosidade entre o mórbido e o assustador. Todos receamos perder alguém. E passar por lá não nos torna mais fortes. Continuo a não ter palavras que soem a conforto se precisar de as dizer a uma amiga, como aconteceu hoje.

Apenas sei que aqueles que amamos terão sempre uma vida eterna nos nossos corações.

Another Year

I don't really care about my birthday.
What's the difference between 33 or 34? 12 months???
Another year has gone by and my to do list doesn't get shorter.
Day after day I find new things to do, unknown places to go, good experiences to try (again), but the clock is ticking.

This is bothering me.

I don't want to waste another moment. I deserve it all. And more.

Monday, August 6, 2012

Wednesday, July 25, 2012

Sex sells.

Para quem ainda possa ter dúvidas, esta ideia não está sequer aberta a discussões. É assim, ponto.

E evidentemente não se pode esperar que um romance erótico como best seller de verão seja o mesmo que um clássico da literatura inglesa.

Quem pensar desta forma, das duas uma: ou aprende a ler livros ou opta pelas dezenas de volumes da Danielle Steel em que os personagens só 'fazem amor' e nunca 'dão quecas'.

Thursday, July 12, 2012

Here, have more wine.

Como não gosto propriamente de cozinhar, seja no dia a dia ou para receber amigos em casa, opto por ficar com o ónus da bebida.
O importante é saber quantas pessoas bebem. Dividir por dois e acrescentar mais um e temos o número ideal de garrafas de vinho por jantar.
Quase sempre é uma boa equação.